Missblume

Polaroid virtual do Universo de uma mulher na megalópole

Pola(d)roid Julho 17, 2009

Arquivado em: Blogando, fotografia — missblume @ 1:21 pm

As polaroids foram marcantes na minha infância. Uma febre das décadas de 70 e 80.

Meus pais tinham uma das câmeras e era algo mágico ver a foto sair delas e começar a aparecer no papel.

Em tempos de fotografia digital, há um revival do look polaroid. Até voltaram a fabricar o filme.

Descobri um programa na rede que transforma qualquer arquivo JPEG de imagens digitais em Polaroids. O mais bacana é o visual do programa. Uma câmera para a qual você arrasta os arquivos e ela solta a foto que vai surgindo, as pola(d)roids.

Vale pela diversão do visual. A qualidade das imagens é ótima!

www.poladroid.net

Visitem!

Um dos meus clics de Boston "a la poladroid"

Um dos meus clics de Boston "a la poladroid"

 

Viajando pra dentro… Julho 7, 2009

Arquivado em: Blogando, viagem — missblume @ 3:24 pm
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Do dia 11 de julho ao dia 02 de julho tive a oportunidade de estar comigo mesma profundamente durante uma viagem aos Estados Unidos. Fui a New York e Boston.
Vou escrever uma lista que tenta descrever o que vi, toquei e vivi: ansiedade, despedidas, avião, chegada, chuva, hotel, sozinha, fotografia, novos amigos, caminhadas, observar, primeiras conversas, pizza no telhado, vinho, burguer and fries, Central Park, midtown, Bryant Park, filme no parque, zoológico, Joanne Dugan, International Center of Photography, parada de Puerto Rico, Helen Levitt, Metropolitan, comida chinesa, blueberries, comida japonesa, livrarias, táxi, guarda-chuva, vestido e botas, cabelo solto, máquinas fotográficas, clicar e clicar e mais clicar, rever antigo amigo, MoMA, Soho, Little Italy, Nolita, matar saudade, Chinatown, metrô, prédios altos, bar, cores, nacionalidades, aromas diversos, criatividade, liberdade, música, teatro na Broadway (God of Carnage), Janet Beller, Boston, Brookline, parques, tomar café, Newbury, Boylston, Charles river, aquário, saudade, coração apertado, lembranças, Museum of Fine Arts, filmes no cinema, fish and fries, crepes, conversas longas, seriado na TV, filmes na TV, falecimento do Michael Jackson, aeroporto, despedidas, conexão perdida, hotel em Miami, mala com coisas faltando, … alma renovada e já querendo mais viagem!
funnyglasses

swanboat

 

Salão da vida Junho 10, 2009

Arquivado em: Blogando, Makeup, cinema — missblume @ 4:21 pm
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Sabe aquele lugar mágico, onde transformações acontecem, pois é, ele existe!
É o salão de beleza no filme “Caramelo” (2007) da diretora Nadine Labaki.
Mulheres vivendo suas buscas, sonhos, decepções, amores, encargos de vida.
Me lembrou demais o colorido dos filmes do Almodóvar. Acho que ela é fã, como todos os cinemaníacos.

Deu vontade de visitar o “Si Belle” e papear com elas sobre as lindas maquiagens do filme, cabelos, esmaltes, amores e a vida. Também de conhecer a cidade de Beirute. Corram e assistam!

nadine

 

Sorte, prosperidade, saúde…consciência! Junho 5, 2009

Arquivado em: Blogando — missblume @ 2:35 pm
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O mundo anda meio down com tantos fatos confusos e manipulações.
Faço esse post desejando que as energias se levantem e que todos tenhamos em nossas vidas sorte, prosperidade, saúde, amor e possamos vivenciar todas as virtudes com liberdade e consciência!
Para o bem de todos agora e por todo o sempre. Que assim seja!!!
neko

 

Tantos sons Junho 4, 2009

Arquivado em: Blogando — missblume @ 8:04 pm
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Morar entre dois dos principais estádios de futebol da cidade de São Paulo (o Pacaembu e o Parque Antártica) me proporciona uma experiência única da grande cidade: os sons da torcida.
Ontem, com noite gelada e jogo no Pacaembu, antes, durante e depois da partida de futebol o vibrar das torcidas soou forte.
Contagia…deixa qualquer um curioso para ver se foi ou não gol.
Coisa de SP!
estádio

 

Luz expressiva Maio 29, 2009

Arquivado em: Blogando, cinema — missblume @ 10:26 am
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Depois de alguns dias sem escrever nada por aqui, volto para escrever sobre minha sensação de encantamento com o filme “Luz silenciosa” (2007) do diretor mexicano Carlos Reygadas.
Começa com a filmagem do nascer do dia e termina com a do anoitecer. No meio disso ele narra com planos longos e de um colorido exótico, quase do plano do sonhos, a vida de um dos integrantes do grupo dos menonitas e de seus pares. Eles vivem no México e são de uma crença religiosa pacifista de origem alemã que crê na vida conectada com a natureza.
O protagonista se apaixona por outra mulher além da sua esposa.
A história é simples, mas não é simples o resultado do filme, que já ganhou vários prêmios pelo mundo.
Uma luz tratada com respeito e que expressa cada um dos sentimentos que as personagens carregam.
Retratos humanos profundos em cada centímetro de imagem.
Estou com as imagens impregnadas em mim há dias…

silentlight

outraluz

 

Tempo, saúde e esperança Maio 16, 2009

Arquivado em: Blogando — missblume @ 4:59 pm
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Depois de mais de uma semana viajando a trabalho e ajeitando uma coisa depois da outra para outros trabalhos que estão em andamento descobir alguém bem legal: Robert Wong.
Foi vendo um programa no qual ele foi entrevistado que o que ele falou me fez parar e refletir: tempo, saúde e esperança como tripé da vida equilibrada e ser humano com seu potencial em desenvolvimento contínuo.
Eu já vinha pensando nisso há tempos. Achei que ele definiu de forma sucinta e profunda.
Quem quiser saber mais sobre ele:
www.robertwong.com.br
Algo que em minha vida representa desenvolvimento do meu potencial é viajar!

esperança

 

34.000.000 Abril 24, 2009

Arquivado em: Blogando — missblume @ 9:58 pm
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Esse é o número de mulheres viúvas na Índia pelo censo de 2001.
Além de ignorar esse fato eu ignorava completamente suas condições de vida.
Foi assistindo ao filme “‘As margens do rio sagrado” (2008) da diretora Deepa Mehta que fiquei sabendo que elas são literalmente excluídas da sociedade por suas famílias. Isso acontecia e acontece ainda porque nos textos sagrados está escrito que uma viúva somente pode depois da morte do seu marido: ou morrer com ele, ou viver uma vida de total privação e castidade até sua própria morte.
O filme é tocante. Principalmente porque a personagem principal é Chuya, uma menina de 8 anos, que já é viúva e passa a viver como tal em 1938.
Gandhi questionou legamente essa situação mudando as leis. Aparentemente ela se perpetua pela continuidade das tradições religiosas e as vantagens que elas trazem.
Ou como diria o jovem advogado Narayhan no filme: “Uma boca a menos para alimentar, um espaço a mais nas casas das famílias. O que chamam de religião é no fundo puro dinheiro!”
Um alerta para as mulheres do mundo.
riosagrado

Chuya, sonhando com outra vida

Chuya, sonhando com outra vida

 

Risos, cores e liberdade Abril 13, 2009

Arquivado em: Blogando, cinema — missblume @ 9:54 pm
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Quando começo a semana indo ao cinema tudo fica preenchido de outro nível de satisfação. Vi o filme “Simplesmente feliz” de Mike Leigh.
Minha empatia com a personagem Poppy, foi forte quanto ao jeito de encarar a vida. O bom humor, o riso solto, o prazer de andar de bicicleta e sentir o vento no rosto.
O filme dá um gás no valor do sorriso, na importância da espontaneidade e como encarar a vida positivamente dá mesmo um rumo distinto a nosso cotidiano humano. A liberdade de ser quem se quer ser.
As paranóias, neuras e mau humor ficam ridículos nas cenas do filme. Propositalmente exagerados, claro. Como over são as cores do figurino de protagonista, a profusão de estampas, texturas e camadas. As botas e meias calça são fenomenais.
Liberdade total no estilo quase barroco de vestir e misturar acessórios. Nos olhos sempre um delineador, ou lápis esfumado, marcando o olhar profundo e maroto.
Delícia de ver! Faz lembrar dos filmes dos irmãos Marx e do personagem principal de “Milagre em Milão” de Vittorio de Sica do neorrealismo italiano.
Bom humor atrai a felicidade grande o outras muitas pequenas felicidades.
Doido como no mundo atual, tanto no filme como na vida real, a felicidade pode gerar reções inesperadas…
happy

Poppy na cena da bicicleta

Poppy na cena da bicicleta

 

Fotografia da vida Abril 9, 2009

Arquivado em: Blogando, cinema, fotografia — missblume @ 8:56 pm
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Acabo de rever o filme grego, produzido por Martin Scorcese, chamado Noivas (Brides, 2004, Dir. Pantelis Voulgaris). Nele o ator inglês Damian Lewis interpreta Norman, um fotógrafo que vai conhecer a personagem Niki Douka, vivida pela atriz Victoria Haralabidou.
O fotógrafo conhece a moça numa viagem de navio em 1922. Ela é uma das 700 “noivas por encomenda” que estão indo da Europa para os Estados Unidos apenas com uma foto do marido que a “encomendou” nas mãos e sonhos de uma vida nova na bagagem. Elas mesmas não possuem uma única fotografia de si mesmas.
Hoje, com essa profusão de celulares, câmeras e com o mundo vivendo a era da imagem isso parece impossível. Na verdade ainda acontece. Claro que em menor medida. Fotos eram tiradas apenas em poucos momentos da vida: batismo, casamento ou funeral.
Interessante a força da imagem e o quanto ela pode significar na vida das pessoas, reconectando emoções a momentos de vida, um elo eterno entre o fato e o sentimento daquele instante.
No filme, o fotógrafo tira fotos de cada uma delas e as presenteia com sua primeira imagem de si mesmas. A cena é maravilhosa! Ele descreve o momento no qual todas elas estão vestidas de noiva para ser fotografadas como “nevar em pleno verão”.
Niki, conta a ele: “em nossa família toda temos apenas uma fotografia. Estamos todos nela no dia do enterro do meu pai”.
Hoje lidamos com fotos e nem pensamos no seu significado e valor sentimental.
A fotografia é magia pura. Só precisamos redescobrir e revalorizar essa arte.

noivas
brides

 

Oitenta super atuais Abril 8, 2009

Arquivado em: Blogando, cinema — missblume @ 7:30 pm
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Há um revival dos anos 80 na moda, música e cinema.

Assitindo ao filme “Nick and Norah: uma noite de amor e música” (2008) (tradução do nome original “Nick & Norah’s infinite playlist”) do diretor Peter Sollett não dá para deixar de fazer conexão com filmes do John Hughes para adolescentes daquela década.

O adolescente Nick, protagonizado pelo mesmo ator que fez o filme ” Juno” vestindo moletons e ela, Norah, garota nerd escondida em jaquetões a la “Ases Indomáveis” e camisetas largonas, estão com figurino totalmente 80’s. Eu sei, fui adolescente nessa época. Vesti essas roupas e vivi aquele momento.
A escola, as paqueras e primeiros namoros, a garota popular, os nerds, os interesseiros, a música tocando constantemente, e neste filme, como personagem de fundo que alimenta a conexão entre a dupla.
Um eco de Scorcese e seu “Depois de Horas”, onde infinita é a série de situações nas quais o protagonista se mete. Neste, a homenagem parece clara com a noite sem fim, circulando de van e “Yugo” amarelo táxi pela noite de Nova Iorque.
Um guia do que acontece na noite, nos bares e clubs, onde a busca pela banda de música coincide com o encontro de pessoas que improvavelmente se conectariam de outra forma.
Bem aquele momento, com seus extremos, som do “The Cure”, all star no pé,  cores neon e muitas viradas criativas!
Adoro quando a “popular” perde o garoto mais bacana para a “nerd”. Enredo oitenta até a linha final!
nicknorah

Nick dirigindo seu Yugo amarelo

Nick dirigindo seu Yugo amarelo

 

Moda = Expressão do Indivíduo Abril 5, 2009

Arquivado em: Blogando, Moda — missblume @ 6:26 pm
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Sou privilegiada. Participei, com mais 110 pessoas do Encontrinho promovido pelos blogs Oficina de Estilo e Dia de Beauté com a presença especial da Glória Kalil. Uma hora onde ela nos deliciou com sua simpatia e, principalmente, troca de informações sobre moda e comportamento. Estávamos literalmente cercadas por livros no auditório da Livraria da Vila do Shopping Cidade Jardim.

Falou do mercado de trabalho na área de Moda. Foi clara ao prever que o varejo no Brasil precisa passar por uma evolução que leve em conta qualidade do produto, preço e diferentes corpos.
Explanou a evolução da moda como forma de expressão, antes ditada pelos nobres, depois pela burguesia, nos anos 60 por participantes da cultura e contracultura, depois dos anos 80 pelas tribos, e hoje, pelos indivíduos.
Somos todos seres que expressam cotidianamente algo com o que vestimos. Para isso o fundamental: educação/informação constantes, autoconhecimento profundo do próprio corpo e “olho”, aquele tchan intuitivo que temos quando estamos conectados, curiosos e conscientes.
Ela foi categórica: hoje isso não depende nem de dinheiro nem de classe social, como já ocorreu em outros momentos históricos, mas deve incluir civilidade sempre. Somos livres para nos expressar com nosso vestir e tudo pode ser referência ou fonte de inspiração!

Depois ainda levamos cupcakes ( www.lovecupcakes.com.br) para casa. Domingo inesquecível!

Gloria Kalil, Fernanda (Oficina de Estilo) e Vic (Dia de Beauté)

Gloria Kalil, Fernanda (Oficina de Estilo) e Vic (Dia de Beauté)

 

Cacau especial Abril 3, 2009

Arquivado em: Blogando, sabores — missblume @ 7:03 pm
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Abril é mês da Páscoa e quando vou aos supermercados e lojas vejo tudo coberto de ovos e outras delícias de chocolate.
Confesso, não sou afeita a doces. Sou amante das comidas salgadas.
Me surpreendi ao descobrir algumas semanas atrás, num dos templos de venda de comida em São Paulo, a Casa Santa Luzia, a amêndoa do cacau in natura, quebradinha, pronta para ser consumida por apreciadores do amargor do cacau e da sua textura amanteigada.

Em tempos de valorização dos chocolates com maior porcentagem de cacau, amargos e sem adição de leite, ainda me deixa confusa o fato dele ser importado da França, já que o Brasil é um dos maiores produtores de cacau do planeta.
Tudo bem, meu luxo antes da Páscoa e para depois dela!
cacau

 

Poema visual para uma busca Março 26, 2009

Arquivado em: Moda, cinema — missblume @ 11:42 am
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Não tem jeito, quando vejo já estou escrevendo sobre um filme…desta vez uma descoberta na locadora que me surpreendeu com seu ritmo poético, a cidade fotografada com delicadeza, personagens profundos em seus sentimentos envoltos num figurino clean e chique até o último fio de tecido. De copiar e anotar os itens para a listinha dos “must have”: casacos estruturados, chapéus, vestidos estampados de seda, lingerie confortável , calças de lã com caimento impecável, sapatos em couro de cor marrom avermelhado tipo oxford.
O nome do filme em português é “Um amor sublime” (2007), mas em inglês ele é All God’s Children Can Dance. Dirigido por Robert Logevall, o filme se baseia num conto do mesmo título de Haruki Murakami. Notável a influência dos filmes de Wong Kar-Wai.
A busca de um rapaz pelo seu pai não é uma história nova, nem o desejo de ser amado que é ponto comum entre todos os outros personagens. Contar histórias requer criatividade no modo, pois o conteúdo já é sempre conhecido em algo.
Uma cidade de Los Angeles num ritmo diferente. Seus espaços, seus bairros, sua população em foco. Os sonhos e buscas dos seus moradores em cores e contrastes que são de alimentar os olhos e alma.
allposter

A namorada Sandra e Kengo, o buscador

A namorada Sandra e Kengo, o buscador

 

Liberdade moderada?!?! Março 15, 2009

Arquivado em: Blogando, cinema — missblume @ 6:18 pm
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Na Inglaterra do século XVIII, as mulheres se casavam com a obrigação de dar um filho homem a seu marido. O filme “A duquesa” mostra muito bem o conflito de alma da personagem baseada em fatos reais, abdicando ao amor, seus sonhos e felicidade para seguir a moral da época. Tinha tudo e nada ao mesmo tempo.
Já no século XXI, migrantes de origem asiática convivem com outras etnias em bairros do subúrbio americano e um idoso solitário vê sua vida mudar ao abrir seu coração a novas realidade a partir de conversas com Sue, a filha da família oriental no filme “Gran Torino” de Clint Eastwood. Ela ajuda a dar novo sentido a sua vida. Somos todas Sues no mundo e na nossa vida cotidiana.
No mesmo século XXI, onde as mulheres deveriam ter conquistado direitos iguais, quando temos até um dia no calendário, uma criança de 9 anos necessita passar por um aborto para sobreviver depois de ter sido violentada durante anos por seu padrasto no Brasil. A igreja excomungou sua mãe por permitir isso.
Que mundo teremos se ao invés de ter liberdade concreta e respeito ético temos uma liberdade fake, concedida quanto interessa e por que acha ser seu dono? Estamos evoluindo ou andando para frente e para trás?
Somos conectoras, geradoras e nutridoras neste planeta. Por favor, vamos agir como tal e exigir nosso lugar. Chega de resignação, tolerância e paciência.

Cena do filme "A duquesa"

Cena do filme "A duquesa"

Sue, conecta Walt ao mundo em Gran Torino

Sue, conecta Walt ao mundo em Gran Torino